segunda-feira, julho 20, 2009


Dicas sobre Orquideas


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Fonte: Orquidea.bio

Cultivo em Apartamentos


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o cultivo de orquídeas não é exclusividade de quam têm grandes espaços, com jardins e orquidários espaçosos.

Orquídeas também podem ser cultivadas em recintos mais fechados, desde que se tomem alguns cuidados adicionais para que se possa simular o ambiente natural da planta.

Onde colocar

As plantas necessitam de iluminação adequada, então é conveniente colocá-las próximo a janelas ou em varandas.
Deve-se tomar o cuidado de respeitar o limite de 50% de iluminação, que pode ser obtido com cortinas que permitam esta quantidade de incidência solar.

Quando regar

Não há um calendário correto para se seguir aos regar as plantas.
O Correto é regar sempre que o substrato estiver seco.
Plantas em Xaxim em geral requerem regas semanais.
Orquídeas plantadas em troncos requerem regas diárias.

Como Regar

A melhor forma de regar é submergindo os vasos em água, e permitir que esta migre para dentro destes, evitando assim lavar os nutrientes do solo.

Acostume-se a verificar a quantidade de água nos vasos através do peso. Vasos secos costumam ficar bastante leves.

Lembre-se que ter uma planta é como ter um animal de estimação, que requer cuidados diários.
Se você abandonar sua orquídea é quase certeza que ela irá sofrer com a falta de cuidades e poderá morrer.

O cuidade com as orquídeas é uma atividade que não pode ser chamada de trabalho, mas sim um momento de relaxamento. Ao cuidar de suas orquídeas você estará cuidando de sua mente e de sua saúde.

** Bibliografia: Orquídeas: Manual de Cultivo - Denitiro Watanabe, São Paulo, AOSP - Associação Orquidófila de São Paulo, 2002


Como reproduzir orquídeas


O método mais simples de reprodução é a divisão do rizoma. Toma-se uma planta adulta com pelo menos 6 pseudobulbos formados, de preferência logo após o término da floração, e, com uma faca afiada e esterilizada, corta-se o rizoma, de maneira a separar a planta em duas mudas com 3 pseudobulbos cada. Em casos de plantas maiores, deve-se sempre manter as mudas com o mínimo de 3 ou 4 pseudobulbos para permitir seu rebrotamento. O plantio deve ser feito no substrato adequado à espécie. A muda deve ficar fixa de alguma forma para que as novas raízes possam brotar e se fixar no substrato. Só quando as raízes estiverem restabelecidas as plantas voltarão a crescer.

As sementes são diminutas, e um único fruto pode gerar milhares de novas plantas, cada uma com uma característica diferente da outra. Mas as sementes são muito pequenas, e não conseguem germinar por recursos próprios. Elas precisam das condições de acidez e da disponibilidade de nutrientes que o fungo micorriza de uma planta adulta fornece. Assim, o modo mais simples (e menos eficiente) de reprodução por sementes é simplesmente espalhá-las sobre e ao redor das raízes de orquídeas adultas, assegurando-se de que tenham umidade constante.

O método mais eficiente consiste no preparo de um substrato de musgo Sphagnum. Este deve ser esterilizado e deixado em repouso em um recipiente fechado para manter sua umidade. Deve-se também adicionar pedaços saudáveis de raízes de uma orquídea adulta, de preferência da espécie que deseja-se reproduzir, para que o fungo possa se reproduzir no próprio Sphagnum. Após alguns dias de descanso, semeia-se as sementes, e conserva-se o sistema em um recipiente transparente. As sementes germinam em algumas semanas, e crescem muito devagar, de modo que uma planta só floresce pela primeira vez com entre 5 e 10 anos de idade.

A reprodução por meristema, ou clonagem, é mais eficiente, e consiste na retirada da ponta das raízes. Colocada em meio de cultura, e sob a influência de hormônios vegetais, o meristema transforma-se numa massa de tecido indiferenciado, capaz de dar origem a novas plântulas. As plântulas são destacadas e cultivadas em tubos de ensaio independentes, e em pouco mais de 1 ano, estão prontas para o cultivo em local definitivo. As mudas produzidas são, logicamente clones perfeitos da planta original, sendo este método o mais aplicado para a reprodução em massa de uma determinada variedade.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Orqu%C3%ADdea#Produ.C3.A7.C3.A3o

Doenças das Orquídeas


Quando mantidas em locais arejados, com boa humidade do ar, iluminação adequada e adubação correta, as plantas dificilmente ficam doentes.

Condições de criação inadequadas podem causar o aparecimento de pulgões, que são pequenos animais que se fixam nas folhas sugando sua seiva.

Estes podem ser removidos manualmente, ou com uam escova de dentes molhada com caldo de fumo.
No entanto, se a quantidade de plantas impossibilitar este tipo de trabalho, pode-se recorrer a inseticidas específicos.

O Excesso de água ocasiona o apodrecimento das raízes, ou da própria planta, ocasionado pela proliferação de fungos que têm em ambientes encharcados o seu ambiente ideal.

O controle destes organismos é vital para a recuperação da planta, e o uso de fungicidas e inseticidas requer cuidados especiais, inclusive com a disposição das embalagens vazias, que não pode ser colocada no lixo comum.

Para evitar transtornos o recomendável é utilizar a calda de fumo, conforme a receita que segue:

Calda de Fumo ou Inseticida de Fumo

Ingredientes:

  • 100g de fumo de rolo picado
  • 1 litro e meio de água
  • 1 colher de chá de sabão de coco em pó

Modo de Preparar

  • ferva o fumo no água, por pelo menos 20 minutos, fazendo uma espécie de chá.
  • acrescente o sabão em coco

Mode de Usar:

  • Borrifar diáriamente nas plantas infectadas até apresentar melhora.

** Bibliografia: Orquídeas: Manual de Cultivo - Denitiro Watanabe, São Paulo, AOSP - Associação Orquidófila de São Paulo, 2002


Controle de Pragas


Calda Bordalesa

A calda bordalesa é um tradicional fungicida agrícola, resultado da mistura simples de sulfato de cobre, cal hidratada ou cal virgem e água.

Tem eficiência comprovada sobre numerosas doenças fúngicas da videira, caquizeiro, citros e de outros cultivos. Possui também ação contra bactérias e determinadas pragas.

A aplicação deve ser feita preventivamente, com alta pressão, formando uma finíssima camada, que recobre os ó rgãos vegetais dando boa aderência nas chuvas e proteção - contra a instalação de doenças.

Muitas são as vantagens do emprego da calda bordalesa. Tem baixo custo, muito menor que os demais defensivos, por ser produzida na propriedade. Não deixa resíduos tóxicos, com reduzido efeito sobre o homem e a natureza.

Nas plantas, além da ação fungicida, fortalece as folhagens, fornece nutrientes importantes, como cálcio, cobre e enxofre, e pode ser acrescida de micronutrientes na forma de sulfatos, com vantagens.

É uma excelente opção ao agricultor pela redução dos custos e para atender à crescente exigência de produtos mais naturais.

O preparo da calda bordalesa

1 - Dissolver o sulfato de cobre num balde plástico ou em outro recipiente que não seja metal em 10 ou mais litros de água.
Diluir essa solução concentrada numa caixa de cimento ou amianto com o volume necessário de água para a aplicação, mexendo bem.

2 - Em outro recipiente, em 10 ou mais litros de água, dissolver a cal hidratada, formando um leite de cal. No caso de utilizar cal virgem é necessário hidratá-la, antes do preparo, com muito cuidado, pois trata-se de um processo exotérmico, ou seja, com desprendimento de calor e gases. O processo mais rápidoé misturá-Ia, em um balde de lata, com pouca água, formando uma pasta mole até sua efervescência e resfriamento. Outro processo de hidratação, mais lento e menos efervescente, consiste em colocar quatro partes de água no tambor de metal ou caixa de amianto ou cimento e, a seguir, uma parte de cal, deixando em repouso por 24 horas. Exemplo: para 120 litros de água, colocar 30 quilos de cal.

3 - Adicionar lentamente o leite de cal na solução cúprica,
mexendo para misturar bem. Verificar o pH da calda. Caso
esteja ácida (pH menor que 7), adicionar mais leite de cal até a
sua neutralização (pH igualou superior a 7).

Fumo de Corda

Contra o tripes e pulgões:

Ferva 15 cm de fumo de corda em 500 ml de água, depois deixe de molho por 24 horas. Utilize 5 colheres de sopa para 1 litro de água, pulverizando sobre a planta.

Pimenta do reino

Repele pulgões, ácaros e cochonilhas.
100 g de pimenta-do-reino em 1 litro de álcool, deixado descansar por 7 dias, misturado com uma solução de 60g de sabão de coco fervido em 1 litro de água.

Essa solução deve ser dissolvida na proporção de 1 litro para cada 15 litros de água, aplicando-se sobre as plantas 1 vez por semana.


Adubação


Existem atualmente no mercado 2 tipos de adubos: Químicos e Orgânicos, ambos com suas vantagens e desvantagens

A escolha de qual tipo usar varia de pessoa para pessoa. Recomendamos experimentar com os dois tipos para verificar com qual você e suas plantas se adaptam melhor.

Adubos Químicos:

Apezar de os adubos químicos vendidos no comércio em geral especificarem o código NPK (nitrogênio, fósforo e potácio), não são apenas estes os nutrientes importantes para as plantas. É importante também verificar a existência de magnésio (Mg), cálcio (Ca) e enxofre (S), por serem estes os macro nutrientes importantes para as plantas, em especial as orquídeas.

A separação entre Macro e Micro nutrientes é feita em função da quantidade de nutrientes necessários para o crescimento da planta.

Macro nutrientes são os que as plantas consomem em grandes quantidades.

Micro nutrientes são os que as plantas consomem em menor quantidade.

Os adubos em geral não contém todos os Macro Nutrientes necessários, pelo fato de serem incompatíveis quimicamente, o que impossibilita a sua embalagem em um único recipiente.

Os adubos de melhor qualidade, embalam em geral os componentes químicos NPK em uma embalagem e os nutrientes restantes em outra embalagem.

Portanto, o adubo completo exige a mistura dos 2 componetes, em geral vendidos separadamente. É como por exemplo Xampu e Condicionador. Tem de usar os 2, senão o resultado não é o esperado.

Adubos Sólidos e Líquidos

Podemos encontrar tanto dubos sólidos como líquidos, neste caso em geral concentrados.
Deve-se seguir as instruções do fabricante para a correta diluição dos adubos. Se em dúvida, dilua sempre mais, de forma a diminuir a concentração. Adubo em excesso pode matar a sua planta.

Existem adubos para serem aplicados nas folhas das plantas. Neste caso aplique-os pela manhã, antes do sol nascer ou no fim da tarde.

É importante molhar ambos os lados das folhas, uma vez que absorção de nutrientes é maior na parte de baixo das folhas.

No caso de adubos sólidos insolúveis, estes devem ser polvilhados no vaso da planta, na proporção indicada pelo fabricante, tomando o cuidado de não permitir que toquem diretamente as raízes.

Caso a adubação ocasione aparelamento das folhas, manchas, etc, siginifica que o adubo está ocasionando proliferação de fungos e bactérias.

Nesse caso, você está alimentando o inimigo, portanto suspenda a adubação. Deve-se então proceder o combate aos fungos ou microorganismos prejudiciais.

** Bibliografia: Orquídeas: Manual de Cultivo - Denitiro Watanabe, São Paulo, AOSP - Associação Orquidófila de São Paulo, 2002


Como escolher uma boa orquídea?


Pessoas, ao chegarem em uma exposição ou mesmo em visita a um Orquidário ou a um horto, ficam encantadas com a beleza das formas, das cores e do variado tamanho das orquídeas.

Os olhos ficam a brilhar, as mãos querem tocar as plantas, seus perfumes inebriam, embriagam. Apaixonadas, querem levar "aquela pela qual se apaixonou". “Eu quero levar esta, aquela e a outra ali”, diz eufórica e ávida em levar a sua planta, a visitante.

Você, visitante, não reparou, entretanto, que apesar da orquídea gostar do seu carinho, de estar sensibilizada pela escolha feita, ela, também, procura mostrar e inquirir sobre pontos que você, movida pela paixão, não consegue perceber. Não se preocupe, é assim mesmo, pois as orquídeas têm o poder da magia, da persuasão ao Ser Humano para que faça uso do seu livre arbítrio, sabendo conciliar, harmoniosamente, o seu lado pragmático com o emocional.

ALGUMAS DICAS:

1º - Gostou da planta? Pergunte ao vendedor, aonde ela foi cultivada, qual clima, se o lugar era seco, como era a ventilação e umidade.

2°- Pergunte se ela tem possibilidade de ser cultivada no local para onde você deseja levá-la. O Orquidófilo é um divulgador da importância das orquídeas, um ecologista e defensor da natureza. A figura principal é a orquídea e, portanto, ele está acima do interesse financeiro, do lucro a qualquer preço. Infelizmente ainda encontramos comerciantes, negando-me a chamá-los de orquidófilos, que irão querer lhe vender plantas, que não poderão ser cultivadas em sua região. Em caso de dúvidas, pergunte a outros orquidófilos. A experiência de cada um é valiosíssima, saiba separar o joio do trigo.

3°- É conveniente que ressaltemos, que existem plantas que podem se adaptar, bastando que lhe forneçamos, por exemplo, local úmido, um prato com pedras e água, ou junto às bromélias, facilitando o arejamento com uma boa circulação de ar.

4°- Se você quer só dar um presente, por exemplo, um belo cimbidium matizado com 2 ou 3 hastes florais, tudo bem. Se o local onde a pessoa a quem você presenteou, não for frio, o cimbidium permanecerá, apenas, alguns dias florido, depois poderá morrer ou nunca mais dar flores. Oriente a quem você ofertar uma orquídea, para que, sempre, cuide da planta ou deixe-a com alguém para cuidar, dando depois em troca uma muda. Quando florir novamente leve-a para expor. Terminando a floração repita esse procedimento.

5°- Observe qual o tipo de vaso ou apoio (tronquinho, lasca de madeira, etc...) onde ela foi plantada. Pergunte sobre quando terá necessidade de mudar o substrato, isto é, o material em que ela foi plantada, que poderá ser xaxim desfibrado, fibra de coco, musgo, lasquinhas de pinus e outros. Pergunte, para ter uma idéia, de como era a sua rega e a adubação.

fonte: http://www.oficinaeditores.com.br/como_comprar_orquidea.htm


Floração das Orquídeas


Normalmente as orquídeas florescem uma vez ao ano. Na época de floração pode-se colocar pequenas estacas para manter as flores em posição mais vistosa, evitando que toquem o solo e venham a apodrecer. Levando-as para dentro de um recinto fechado, como por exemplo para dentro de casa, elas em geral permanecm floridas por mais tempo.

Uma boa atitude para monitorar a saúde de suas orquídeas é anotar a data em que esta floreceu, pois a ausência de floração neste perído pode indicar que há algo de errado com a planta.

Orquídeas diferentes florescem em épocas diferentes.
Portanto, quando possuímos diversas variedades podemos ter flores o ano todo.

No verão temos floração das espécies:

  • C. granulos
  • C. bicolor
  • C. guttata

No outono temos:

  • C. violacea
  • C. luteola
  • L. perrinii
  • C. bowringiana

Na primavera temos:

  • C. warneri
  • L. purpurata
  • C. gaskeliana

Alguns tipos de orquídes, se bem tratadas podem florescer até 4 vezes por ano.

** Bibliografia: Orquídeas: Manual de Cultivo - Denitiro Watanabe, São Paulo, AOSP - Associação Orquidófila de São Paulo, 2002
http://us.geocities.com/maurao.geo/aorqui.htm


A Forma Correta do Orquidário?


Veja como construir uma estufa ou viveiro de plantas.

O ideal é construir uma estufa, com várias bancadas que servirão de apoio para os vasos de orquídeas.

Esta estufa deve ser coberta, com uma altura de pelo menos 2,5m. Esta cobertura deve ser feita de material semitransparente. Desta forma mantêm-se a humidade do ar e se evita a incidência direta de luz.
Desta forma o limite de 50% de luminosidade é mais facilmente respeitado.

Projeto de orquidárioAqui temos um exemplo de orquidário caseiro.

É formado por uma estrutura de madeira que sustenta um teto sobre estantes também de madeira dispostas em um formato triangular.

As orquídeas são colocadas sobre as estantes e penduradas no teto do orquidário.

Uma grade de arame proteje o orquidário da entrada de animais domésticos.

Há também um borrifador de água instalado no teto do orquidário, o que permite uma irrigação fácil dias de muito calor.

Quando as orquídeas florescem, são levadas para dentro da casa, para cumprir seu papel de adornação.

Veja mais fotos:





Projeto de orquidário Orquídeas

Visão lateral e visão das prateleiras do orquidário.


Como plantar Orquídeas


As orquídeas devem sempre ser replantadas a cada 2 anos, então a utilização de vasos grandes é inútil, ocasionando o apodrecimento das raízes pelo acúmulo de água.

Portanto, escolha um vaso grande o suficiente para a planta que irá plantar, mas o menor possível.
Uma dica importante é colocar uma etiqueta identificando o nome da planta, data de plantio, local de origem, etc, para que se possa fazer um acompanhamento detalhado desta planta.

Deve-se colocar pedras (brita) no fundo do vaso, de modo a evitar o acúmulo de água.
Se estiver plantando num vaso tipo bandeija, proteja os furos de entrada com uma tela ou pedaço de pano fino, para evitar a entrada de parasitas.

Deve-se completar o substrato com xaxim ou similares.

Alguns tipos de orquídeas crescam na horizontal, portanto deixe espaço livre entre vasos para que a planta possa crescer livremente.

É necessário que a planta fique bem firme no vaso. Para tanto, comprima bem o xaxim, ou, se necessário, prenda-a com uma estaca.
Para ter certeza de que a planta está bem presa, levante o vaso segurando pela planta. Se o vaso não cair significa que está bem presa.

Este procedimento evita que a planta caia do vaso numa ventania, chuva forte ou até mesmo por um jato de água na hora de regar.

Nem todas as orquídeas se adaptam em vasos. As alternativas são troncos de árvores ou plástico de xaxim.

Alguns materiais para ter:

  • Tesoura de poda
  • Etiquetas de Identificação
  • Estacas de Sustentação (Para orquídeas de hastes longas)
  • Amarrilho (para fixar as plantas nas hastes)
  • Pulverizador de água (pode ser aqules modelos utilizados em salões de beleza para molhar os cabelos)

Em dias muito quentes é importante molhar as plantas não só regando, mas também pulverizando água no ambiente. Este procedimento deve ser realizado principalmente em ambientes onde há muito cimento e pouca vegetação, pois a baixa humidade do ar pode prejudicar a planta.

O melhor horário para este procedimento é durante a manhã ou à tarde. Molhar as folhas das plantas com sol a pino pode queimá-las.

Quanto à iluminação, como já dito em outra matéria, deve ser de 50%.
Se as folhas da planta estiverem muito verdes, significa falta de sol. Folhas amareladas indicam excesso.

Quando a planta estiver criando raízes novas (com pontas verdes, como brotos), estas devem ser divididas e replantadas.
Para dividir a orquídea cuide para que cada parte tenha pelo menos três bulbos.
Replante as partes em vasos de tamanho adequado e pronto! - novas orquídeas.

** Bibliografia: Orquídeas: Manual de Cultivo - Denitiro Watanabe, São Paulo, AOSP - Associação Orquidófila de São Paulo, 2002

5 comentários:

Evelyn Almeida disse... [Responder Comentário]

amei as dicas!! Adoro orquideas!!

Evelyn Almeida disse... [Responder Comentário]

amei as dicas!! Adoro orquideas!!

Evelyn Almeida disse... [Responder Comentário]

amei as dicas!! Adoro orquideas!!

Tiago Jacobina disse... [Responder Comentário]

Moro em dianópolis - Tocantins!! Estou iniciando com as orquídeas... Muito bom o blog!! Parabéns!!
Tiago
tiagojacobina@hotmail.com

Tiago Jacobina disse... [Responder Comentário]

Moro em Dianópolis - To!! Estou começando agora com orquideas. Aki é muito quente, vc tem alguma dica de quais orquideas resistem mais??

Parabéns pelo blog!!

Tiago
tiagojacobina@hotmail.com

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